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A identidade visual do Complexo Balnear da Praia Formosa nasceu em comunhão com a marca mãe "Frente MarFunchal".

Na imagem criada para a mais popular das praias públicas funchalenses - a Formosa- inclui-se o elemento dominante no espaço (calhau), que assume protagonismo nesta identidade, em paralelo com a efervescência produzida pelo borbulhar da rebentação das ondas.

Este complexo balnear engloba, na verdade, cinco praias: Nascente, Formosa, Nova, dos Namorados e Areeiro.

Por isso, o grafismo criado regista em síntese estes conceitos representados por cinco calhaus circundados por um 'outline' gerador de dimensão e dinamismo e coroado pelo elemento sol.

Na tipografia recorreu-se à conjugação de três tipos de letra leves, complementares e equilibrados.

Na palete de cores, além dos azuis e do amarelo, sobressai a presença do cinza, evocativo da cor escura do calhau e dos areais.

 

A identidade visual do Complexo Balnear da Ponta Gorda nasceu em comunhão com a marca mãe "Frente MarFunchal".

Sendo uma praia procurada por muitas famílias madeirenses e turistas, a imagem visual da Ponta Gorda inspirou-se no escorrega que é parte integrante da piscina infantil.

Ficou assim registada na logo-marca a dinâmica mais expressiva deste espaço balnear, que oferece áreas pensadas para os mais novos, sem descurar outros públicos.

Há também uma evocação gráfica e cromática do mar que entra na piscina natural do complexo e do ambiente descontraído deste espaço, traduzido igualmente pelas escolhas dos tipos de letra empregues e pela harmonia cromática entre os frescos azuis e a calidez do amarelo, que além de estar presente no sol, é uma tonalidade que faz apontamentos no pavimento do solário.

 

A identidade visual do Complexo Balnear da Barreirinha nasceu em comunhão com a marca mãe "Frente Mar Funchal".

A imagem segue um grafismo minimal, inspirado no elemento arquitetónico sobejamente conhecido do espaço: a escadaria e torre do elevador, recentemente reinaugurado em modo panorâmico.

A tipografia foi cuidadosamente selecionada para expressar o ambiente desta praia localizada no coração histórico da cidade do Funchal, recorrendo-se a um tipo “Decô” que remete para um salto temporal, estimulando as gerações mais maduras para reviverem momentos épicos do e no complexo.

Presentes ambos azuis da marca mãe, há também um apontamento de tom quente, inspirado no pavimento do solário daquele espaço balnear.

 

 

 

Neste novo ciclo de vida, a Frente MarFunchal adota uma também nova mascote promocional, que intervirá quer em eventos pedagógicos, atividades de lazer, quer em projetos comerciais.

Inspirada numa gaivota – ave marinha presente no litoral regional –, a nova mascote da FMF foi batizada com o nome Marisol.

É ainda um elemento gráfico que vai de encontro às marcas distintivas da nova imagem visual institucional da empresa municipal, expressando claramente a associação aos espaços balneares e ao lazer.

Sendo uma figura feminina, a Marisol vai cativar pela simpatia e pela atitude divertida, além de apelar pedagogicamente aos cuidados a ter com a pele durante a exposição ao sol (chapéu), à segurança (bóia) e às boas práticas em prol do ambiente.

                                      

O rosto da Frente MarFunchal (FMF) está diferente, sofreu um “facelift”, que é como quem diz um rejuvenescimento, de modo a fazer face aos atuais desafios da comunicação e da gestão da marca, traduzidos em metas e compromissos assumidos publicamente por e para esta empresa municipal.

O objetivo é ambicioso sem deixar de ser também e sobre tudo um imperativo exigente que a administração presidida por Nelson Abreu abraçou desde a primeira hora.

Trata-se, pois, de estar à altura dos tempos que correm, sem abandonar a solidez dos aspetos importantes da génese de uma entidade que não tenta nem quer fazer tábua rasa do acervo de experiências alcançado ao longo dos anos.

Assim, o município do Funchal e o administrador único da FMF, apoiados no departamento de imagem da empresa municipal e numa equipa de profissionais de design gráfico da POLLENLIFE, quiseram modernizar a tradição e dar um novo impulso estético à imagem de marca da FMF, refletindo as reformas estruturais que têm sido realizadas a nível interno na empresa municipal.

Ao longo vários de meses foi desenvolvido um profundo e minucioso trabalho de refundação de uma instituição com provas dadas durante 15 anos de existência e que se vão dando, atual e diariamente, ao nível da qualidade e da segurança, da seriedade na gestão dos espaços municipais e nos serviços prestados ao público.

Modernizou-se o visual de uma empresa que gere um passado com significado e um património valioso que precisa de ser cuidado, gerido com rigor e sustentabilidade, mesmo sem poder fugir aos imprevistos do estado do tempo dos nossos dias.

A renovação da imagem da FMF implicou, por isso, uma atualização da logomarca institucional da empresa e a conceção de vários logotipos que traduzem a identidade visual própria de cada praia ou complexo balnear.

Na logomarca mãe recorreu-se a uma síntese gráfica dos elementos sol e gaivotas, sendo acrescentado um elemento novo, as ondas, que reforça estruturalmente o “facelift”.

A tipografia escolhida para a identidade visual institucional da Frente MarFunchal resultou da combinação de dois tipos de letra semelhantes, arredondados e leves, obtendo-se uma assinatura única e com personalidade.

Nas cores, regressa-se ao azul “aqua sky” do ano 2003, ano da constituição da empresa, conjugado com um tom cromático atual mais escuro (ultramarino) do logo usado até agora, somando conceptualmente o passado com o presente e projetando-os no futuro com sucesso.

 

 

 

Parecem relativamente inofensivas, até porque são pequeninas, mas as beatas, isto é, os filtros de cigarro, podem provocar danos significativos e irreversíveis aos oceanos e à vida selvagem, particularmente nos números em que são encontradas atualmente.

Desperta para esta realidade e sempre na linha da frente da defesa da natureza, a Frente MarFunchal coloca o foco na poluição do mar, não só por palhinhas, garrafas e outros resíduos de plástico. Também as beatas são indiscutivelmente uma forma muito mais prejudicial de desperdício.

Nas praias, alguns banhistas deitam fora as pontas de cigarros diretamente para a areia da praia ou o calhau. Noutros casos, as beatas são levadas pela chuva para as ribeiras, depois para outros cursos de água e, finalmente, para o mar onde depois acabam por ir, novamente, dar às praias empurradas pela ondulação.

É comum o ser humano criar um à vontade com a natureza ao ponto de a tratar, em qualquer parte, como um cinzeiro. E, seja por preguiça ou desrespeito, a maioria dos fumadores não percebe, realmente, quão extenso e prejudicial o seu comportamento pode ser – não apenas para o meio ambiente e para os ecossistemas, mas para si próprio enquanto consumidor.

As beatas são mais prejudiciais do que se pensava

A maioria dos filtros para cigarros consiste, pelo menos em parte, em acetato de celulose - que, por si só, é um produto natural. Como resultado, muitas pessoas acabam por, erradamente, supor que as beatas são biodegradáveis.

A verdade, no entanto, é que um plástico que não é biodegradável - muitas vezes formado quando o acetato de celulose é processado -, leva muito mais tempo a degradar-se e isso é o que acontece com os filtros de cigarro.

Até as beatas começarem a degradar-se, libertam todos os poluentes que absorvem do fumo e estas substâncias, tal como o plástico em decomposição, são consumidas por várias criaturas do mar, indo parar à nossa própria comida.

 

 

 

 

A Frente MarFunchal aposta, como de resto vem fazendo em prévias temporadas altas de praia e não só, na sensibilização da comunidade para a prevenção como forma de luta contra o cancro da pele, um problema de saúde pública.

Ciente de que o cancro cutâneo é o mais comum do mundo, sendo causado, de um modo geral, por uma excessiva exposição aos raios UV do sol ao longo do tempo, a FMF apoia, mais uma vez, a campanha que a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia e a Direção Geral de Saúde, desenvolve no terreno com vista à redução de comportamentos de risco e à promoção da prática do autoexame da pele.

Isto porque o cancro cutâneo é curável se for diagnosticado e tratado precocemente!

Ora, é importante perceber que as lesões cancerígenas são suscetíveis de aparecer em lugares expostos ao (UVA e UVB) sol, como a cara, pescoço, costas e membros.

Além disso, é mais comum em pessoas com mais de 50 anos, mas todos podem ser afetados.

A incidência de todas as formas de cancro da pele está a aumentar. Mas, reconhece-se que os cancros não melanoma ainda são subnotificados nas estatísticas oficiais, mascarando os números reais sobre a incidência.

Então, é importante que saiba que o cancro de pele é uma das formas de cancro mais tratáveis, com uma taxa de recuperação muito alta. Só que, a consciência pública sobre os sintomas deste cancro é baixo, dificultando a deteção precoce, que é muito importante e pode mesmo salvar vidas.

Conhecer, distinguir, examinar e agir…

Saiba igualmente que a realização periódica do autoexame da pele para o diagnóstico precoce das neoplasias cutâneas é essencial, bem como conhecer como se proteger de forma adequada do Sol, como distinguir os sinais sem risco (benignos) dos sinais com risco de cancro ou já mesmo os cancros da pele (malignos).

Saiba também que com as expressões “cancro da pele” ou “cancro cutâneo” são designadas a várias formas diferentes da doença, cada uma dos quais tem sintomas específicos, tratamentos e gravidade.

Saiba ainda que a prevenção primária consiste em evitar ficarmos doentes, ou seja, impedir que o desenvolvimento do cancro aconteça, e que no caso do particular do cancro da pele, isso faz-se basicamente limitando a exposição aos raios UV solares.

Já as principais medidas de proteção contra a radiação solar incluem o uso de roupas que forneçam proteção solar, evitar a exposição solar direta entre as 11 e 15 horas durante o verão (quando a radiação UV atinge o seu pico), procurar a sombra e aplicar regularmente protetor solar.

Especial cuidado deve ser tomado com as crianças, pois a sobre-exposição solar durante a infância aumenta o risco de desenvolver cancro da pele ao longo da vida.

Quanto à prevenção secundária, esta passa pela deteção oportuna do cancro da pele nas suas fases iniciais, para que possa ser tratado com sucesso, envolvendo o autoexame regular, o conhecimento dos seus próprios fatores de risco e a consulta regular por um dermatologista para um “check-up” à pele.

Cada vez que for à praia ou desenvolver um trabalho ou atividade ao ar livre, de lazer, desporto, nas férias ou no trabalho não esqueça que o Sol é amigo, no início ou final do dia, mas é nocivo a meio do dia, sobretudo quando as temperaturas são elevadas e muito em particular quando os UV (ultravioleta) estão elevados.

Por último, saiba mais em www.euromelanoma.org/portugal e www.apcancrocutaneo.pt

Meta-se na sua pele!

 

Na cerimónia protocolar do hastear da Bandeira Azul 2019, que decorreu esta manhã no Complexo Balnear do Lido, participaram o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Gouveia, os comandantes da Guarda Nacional Republicana e da Zona Marítima da Madeira, respetivamente, Coronel António Alexandre Duarte Monteiro e Capitão-de-mar-e-guerra José Luís Guerreiro Cardoso, a vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Idalina Perestrelo, a diretora Regional da DROTA, Paula Menezes, o presidente da Junta de Freguesia de São Martinho, Duarte Caldeira, e a representante do IASAUDE, Maria Dores Vacas.

No Lido, complexo balnear que, à semelhança da Ponta Gorda e da Formosa, obteve também o galardão Praia Acessível, o administrador único da Frente MarFunchal salientou a determinação desta empresa municipal em seguir uma linha de continuidade progressiva na melhoria dos serviços prestados e na “democratização das nossas praias”, para que, “possam ser fruídas por todos”.

Nelson Abreu endereçou palavras de apreço, reconhecimento e agradecimento a todas as entidades públicas e privadas que têm apoiado a FMF perante distintos desafios, bem como a grande equipa de trabalho da FMF, pelo esforço, dedicação e bons resultados bem visíveis neste início da época balnear.

Por sua vez, Paula Menezes destacou o trabalho realizado pela Frente MarFunchal, mesmo em períodos assolados por intempéries, centrando a sua intervenção na excelente qualidade das águas do mar da capital da região.

A encerrar a cerimónia, o edil do Funchal saudou  e felicitou os funcionários desta empresa municipal que, vincou “respondem sempre às críticas com trabalho, com bom trabalho, com bandeiras azuis, com centros azuis e praias acessíveis".

Miguel Gouveia enalteceu ainda o facto de ser o município do Funchal o único na Região Autónoma da Madeira, a ter centros azuis – espaços que sensibilizam os cidadãos para as questões e boas práticas ambientais.

A terminar, o autarca apontou para o investimento de "cerca de 150 mil euros" realizado na preparação da presente época balnear e aplicado "na recuperação de um dos solários da Doca do Cavacas, na requalificação do pavimento do Lido e na regularização do pavimento da Praia Formosa".

A Época Balnear 2019 está oficialmente aberta no Funchal.

Venha daí, a FMF espera por si!